A importância das atividades extracurriculares

Vivemos num mundo a cada dia mais dinâmico, acelerado e em constante mutação. E, ao tradicional currículo escolar, é preciso acrescentar outros conhecimentos, importantíssimos e essenciais para a formação das crianças. Junte a isso a preocupação dos pais com relação ao período de tempo em que os filhos não estão estudando, as atividades extracurriculares surgem como uma excelente opção. Através delas é possível estimular o desenvolvimento de habilidades e capacidades motoras, cognitivas, emocionais e sociais, complementar o processo de formação dos estudantes e torná-los adultos mais aptos e preparados para enfrentar os desafios da vida. A escolha, porém, é importante.

Influência no desenvolvimento

As atividades extracurriculares possuem o poder de fazer aflorar determinados aspectos nas crianças, trabalhando dificuldades e fragilidades. Uma criança tímida ou que apresenta baixa autoestima, por exemplo, pode se beneficiar com um curso de teatro. As que possuem dificuldades motoras podem investir em aulas de ginástica olímpica ou natação.

Ademais, esse tipo de prática, especialmente as realizadas em grupo, podem fazer com que as habilidades relacionais e afetivas das crianças deem um verdadeiro salto. Conceitos como solidariedade, empatia, espírito de equipe, colaboração, resolução de conflitos, entre outras, são estimuladas e aprimoradas através do trabalho junto a colegas e companheiros de time ou equipe.

Melhor no aprendizado

Crianças que frequentam atividades extracurriculares fora do período escolar possuem comprovadamente melhor rendimento quando comparadas àquelas que não têm esse tipo de afazer em suas rotinas. Isso acontece porque o senso de responsabilidade e autonomia desenvolvidos com esse tipo de curso acaba colaborando para a melhora geral da vida estudantil da criança. Descobrir novos talentos também estimulam autoestima e autoconfiança estimuladas, aumentando a sensação de capacidade em vencer desafios e melhorando o rendimento escolar como um todo.

Como escolher

Quem deve decidir o que fazer é a criança. Os pais devem resistir bravamente à tentação de impor ou determinar o que seu filho deve fazer ou praticar como atividade extracurricular. Por mais que você creia que ele possui um talento nato para determinada prática, se essa não é a sua vontade, não insista. Caso contrário, a atividade se tornará um fardo.

Da mesma maneira, tenha muito cuidado com os excessos. Muitos pais se sentem culpados por trabalharem demais e não terem muito tempo disponível para estar com os filhos e, com isso, acabam enchendo cada minuto livre da criança com alguma atividade. Porém, saiba que o excesso de atividades é extremamente prejudicial. Crianças precisam de tempo livre em suas rotinas, para brincar e descansar

Confira algumas sugestões:

  • Esportes: estimulam e aprimoram o desenvolvimento motor e corporal. Trazem noções de disciplina, trabalho em equipe (no caso dos esportes coletivos) e controle emocional. Além disso, contribuem para o controle do peso e previnem a obesidade infantil.
  • Língua estrangeira: além de serem a cada dia mais importantes no mundo profissional e acadêmico, os idiomas estrangeiros auxiliam muito as crianças no reconhecimento e respeito às diferenças culturais e étnicas.
  • Dança: contribui para o aprimoramento do equilíbrio e para a melhora da postura. São trabalhadas também noções de espaço, criatividade, ritmo e concentração. É uma ótima pedida para crianças agitadas.
  • Instrumentos musicais: para as crianças que possuem gosto por música, aprender um instrumento musical pode trazer muitos benefícios. Além de trabalhar ritmo e coordenação motora, possuem o poder de aprimorar a capacidade de atenção e concentração em uma única atividade.

Fonte: Brasil Escola

Da Redação

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